A flor de sal, também é designada de nata ou coalho de sal, por ser recolhida à superfície de pequenos depósitos chamados peças, tal como a nata do leite.
A cristalização é completamente feita à superfície das salinas. O cristal tem a forma de delgadíssimas palhetas que facilmente se desagregam por pressão entre os dedos.
Estes cristais, se não fossem colhidos, acabariam por se depositar no fundo, produzindo então o sal marinho vulgar.
A flor de sal é branca, húmida e cristalina; parece ser constítuida por pequenos cristais de sal, no entanto estes são aglomerados de microcristais.
Sem sofrer qualquer tipo de processamento, é embalada directamente depois da colheita. Fonte natural de potássio, cálcio, cobre, zinco e magnésio, elemento que não está presente no sal marinho industrializado.
A flor de sal é ideal para ir à mesa, substituindo o sal refinado.
É indicada a sua utilização após a confecção dos alimentos. Deste modo, além de utilizar menos sal, os pequenos cristais da flor de sal, ao serem mastigados, originam uma explosão de sabores nos alimentos.
"Traga as pessoas para a cozinha e combata a tendência para comida processada e comida rápida." Andrew Weil
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quarta-feira, 24 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
Vinagre Balsamico
A receita tradicional do vinagre balsâmico é feita com o cozimento de mosto de uvas e não é um vinagre comum, pois é produzido nas regiões de Modena e Reggio Emilia, Itália, desde a época medieval. O nome "Aceto Balsamico Tradizionale di Modena" ou "Aceto Balsamico Tradizionale di Reggio Emilia" é um produto protegido por denominação de origem controlada (DOC) e pela denominação de origem da união europeia.
É produzido com mosto das uvas brancas trebbiano que passam primeiro por um cozimento a fim de criar um tipo de concentrado que depois é fermentado com um lento processo de envelhecimento que vai concentrar os sabores.
Um mosto mais cozido dará origem a um vinagre balsâmico mais doce. Os vinagres feitos de mostos menos cozidos são os preferidos, mas necessitam de mais tempo para serem feitos.
O vinagre balsâmico tradicional é altamente apreciado por chefs e gourmets em todo o mundo.
É recomendável utilizá-lo em saladas, além de combinar perfeitamente e exaltar o gosto e o aroma quando utilizado em pratos de carne.
O sabor intensifica-se ao longo do tempo, com o vinagre mantido em tonéis de madeira fina, tornando-se doce, viscoso e muito concentrado. O produto envelhece durante, pelo menos, 12 anos podendo passar até 25 anos no barril.
Fonte: http://pt.wikipedia.org
É produzido com mosto das uvas brancas trebbiano que passam primeiro por um cozimento a fim de criar um tipo de concentrado que depois é fermentado com um lento processo de envelhecimento que vai concentrar os sabores.
Um mosto mais cozido dará origem a um vinagre balsâmico mais doce. Os vinagres feitos de mostos menos cozidos são os preferidos, mas necessitam de mais tempo para serem feitos.
O vinagre balsâmico tradicional é altamente apreciado por chefs e gourmets em todo o mundo.
É recomendável utilizá-lo em saladas, além de combinar perfeitamente e exaltar o gosto e o aroma quando utilizado em pratos de carne.
O sabor intensifica-se ao longo do tempo, com o vinagre mantido em tonéis de madeira fina, tornando-se doce, viscoso e muito concentrado. O produto envelhece durante, pelo menos, 12 anos podendo passar até 25 anos no barril.
Fonte: http://pt.wikipedia.org
sábado, 20 de março de 2010
Pimenta
A pimenta é o nome comum dado a vários tipos de condimentos culinários de sabor picante. Entre estes destacam-se as sementes de plantas da família Piperaceae, das quais se destacam as do género Piper, no qual se inclui a planta que dá origem à pimenta-do-reino como é conhecida no Brasil, pimenta-preta em Portugal e pimenta-redonda em Moçambique. Diferentes maturações e colheita dos grãos oriundos desta planta, Piper nigrum, dão origem à pimenta-verde, à pimenta-branca e à pimenta-preta.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/
O género Capsicum, da família Solanaceae, compreende por volta de 27 espécies conhecidas. A estas plantas, está associada a escala de Scoville, que mede o grau de picante, também chamado de ardência e pungência. Entre os frutos de plantas deste género, destacam-se, pelo seu uso: o pimentão (português brasileiro) ou pimento (português europeu) que não é picante, a pimenta-malagueta (que em Portugal e em Moçambique é também conhecida como piri-piri), a pimenta-de-caiena (nome dado à especiaria resultante de uma variedade de paprica seca e feita em pó), a pimenta-calabresa (conhecida no Brasil como pimenta dedo-de-moça ou chifre-de-veado).
A maioria destas espécies é ligeiramente tóxica, causando sudorese e hipertensão em altas doses.
A aroeira, também conhecida como aroeira-mansa ou aroeira-vermelha, é uma planta relacionada com o caju, das espécies Schinus molle e S. terebinthifolius, da família Anacardiaceae.
A pimenta-szechuan é produzida por uma planta da família Rutaceae, espécie Zanthoxylum piperitum.
A família Myrtaceae contém várias espécies de pimentas de usos variados. A pimenta-da-jamaica, por exemplo, é o fruto da Pimenta dioica que, devido ao seu sabor que pode lembrar o cravo, a canela e a noz-moscada, é conhecida também como pimenta all spice.
Cultivadas no Peru e México desde tempos pré-históricos, foram descobertas nas Caraíbas por Cristóvão Colombo. Diego Alvarez Chanca, médico a bordo da segunda expedição de Colombo de 1493, embarca as primeiras plantas de Capsicum rumo a Espanha, onde em 1494 escreve sobre os efeitos medicinais observados destas plantas.
O seu consumo é benéfico para quem tem enxaqueca. A substância química que dá à pimenta o seu caráter ardido é a capsaicina, a qual também possui propriedades benéficas à saúde. Ela provoca a liberação de endorfinas, substâncias que provocam uma sensação de bem-estar. As substâncias picantes das pimentas melhoram a digestão, estimulando as secreções do estômago. Possuem efeito antiflatulência. Favorecem a cicatrização de feridas.
Existem estudos que demonstram que a pimenta é um potente antioxidante e anti-inflamatório. A pimenta possui ainda propriedades anticancerigenas.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/
quarta-feira, 17 de março de 2010
Vinagre de Sidra
Feito com base em maçãs maduras, o vinagre de sidra apresenta uma tonalidade clara, um sabor suave e é particularmente adequado para saladas.
Tem propriedades muito similares com a química dos sucos gástricos secretados pelo estomâgo, é capaz de matar bactérias nocivas à saúde e muitos garantem que facilita a digestão.
Receita de vinagre de sidra caseiro:
1 - Escolha maçãs não muito maduras e corte-as em pedaços.
2 - Esprema-as até obter sumo que deverá verter para um jarro de vidro.
3 - Tape o jarro com uma luva cirúrgica. Abra bem a luva e coloque-a sobre a boca do jarro. Com o tempo, esta encher-se-á à medida que o gás carbónico for sendo libertado.
4 - Ao fim de algumas semanas, seis, no máximo, retire a luva e transfira o líquido, já transformado em sidra, para outro recipiente de vidro com a boca mais larga e cubra com um pano branco bem limpo.
5 - Deixe-o em repouso. Ao fim de 1 ou 2 meses pode usar o vinagre.
Tem propriedades muito similares com a química dos sucos gástricos secretados pelo estomâgo, é capaz de matar bactérias nocivas à saúde e muitos garantem que facilita a digestão.
Receita de vinagre de sidra caseiro:
1 - Escolha maçãs não muito maduras e corte-as em pedaços.
2 - Esprema-as até obter sumo que deverá verter para um jarro de vidro.
3 - Tape o jarro com uma luva cirúrgica. Abra bem a luva e coloque-a sobre a boca do jarro. Com o tempo, esta encher-se-á à medida que o gás carbónico for sendo libertado.
4 - Ao fim de algumas semanas, seis, no máximo, retire a luva e transfira o líquido, já transformado em sidra, para outro recipiente de vidro com a boca mais larga e cubra com um pano branco bem limpo.
5 - Deixe-o em repouso. Ao fim de 1 ou 2 meses pode usar o vinagre.
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